Eram já dez horas da manhã de 22 de fevereiro quando os participantes desta atividade preparada pelo Clã se juntaram na sede.
Aí fomos agrupados em patrulhas mistas, com seniores, juniores e lobitos. Na minha patrulha (da qual eu fui guia), encontravam-se o Zé, o Rodrigo e o Escorpião, dos lobitos. Fomos, assim, até à praça Salgueiro Maia. Aí, deram-nos, finalmente, a dar a conhecer as atividades desse dia.
A cada patrulha foi dado um envelope, contendo os limites do jogo, as regras, um questionário sobre BP, a localização da nossa base e a nossa bandeira. Primeiramente, deveríamos seguir para a nossa base e lá esconder a bandeira, que devíamos decorar.
Sendo que a nossa base era a sede, retirámo-nos para a casa de banho onde decorámos a bandeira (‘Tentem deixAr este mundo um bocAdo melhor do que o encontrAram’) e completámos o questionário. Quando nos preparávamos para sair para o próximo ponto, a Chefe Catarina apresentou-nos um elemento extra para a patrulha A: a Caranguejo.
Foi assim que começou a nossa aventura pelo Entroncamento. Em cada ponto encontrávamos um envelope que nos informava das tarefas que nos eram propostas, tais como desenhar fontes, adivinhar os alimentos que nos eram dados a provar, escrever poemas sobre o Pingo Doce ou enviar mensagens com códigos aos chefes. De seguida, descodificávamos as pistas que nos levavam ao nosso próximo destino.
Passámos então a manhã a colecionar os envelopes pela cidade e, por fim, por volta das 13:30h, voltámos todos à praça Salgueiro Maia para almoçar. Distraímo-nos com alguns jogos e impedimos alguns lobitos de saltarem para a água até partirmos de novo, desta vez em busca das bandeiras das outras equipas, até nos enviarem uma mensagem com o próximo ponto.
A certa altura encontrávamo-nos todos (equipas A, B e C) no Quartel dos Bombeiros à procura da bandeira da equipa D (a única que não tinha sido encontrada para além da nossa). Rodeando o edifício separadamente, a nossa patrulha chegou à entrada do quartel, onde se encontravam alguns bombeiros. As equipas B e C tinham acabado de virar na esquina do quartel quando um dos bombeiros nos perguntou se tínhamos ido buscar o que os nossos colegas escoteiros lá tinham escondido. Levou-nos, então, ao interior dos limites do edifício e mostrou-nos onde estava a tão procurada bandeira. Assim, com ela bem escondida na mochila, deixámos as restantes equipas à procura dela e fomos para o nosso próximo ponto, não sem antes termos a certeza de que a nossa própria bandeira estava ainda bem escondida.
Chegámos até a passar pela esquadra da PSP, onde encontrámos um envelope para nós mas, visto que aquele seria o nosso último ponto, continuámos em frente. Entregámos o questionário à Sofia nos CTT, tentámos identificar alguns objetos dentro de caixas e até deixámos os mais novos da nossa patrulha rebolar um bocadinho na relva ao pé da Câmara Municipal. Claro que demorámos uma quantidade absurda de tempo a tirá-los de lá, mas serviu de entretenimento e um momento de descanso para os seus pezinhos cansados.
Quando concluímos o último ponto, regressámos à sede. Aí deram-nos alguns enigmas para resolvermos antes da chegada das outras equipas e, depois de todos os pontos contabilizados, foram anunciados os vencedores… bem, a equipa com mais pontos. A nossa, a equipa A, com todos os seus desafios completados com (relativo) sucesso, uma bandeira capturada e a sua própria bandeira por encontrar (no candeeiro por cima da casa de banho exterior da sede), foi reconhecida como aquela que atingiu mais pontos.
Então, depois do jantar onde falámos sobre as nossas aventuras desse dia, fizemos a nossa última viagem para a praça Salgueiro Maia para o Fogo de Conselho.
Eu, sendo a única Águia presente, fui emparelhada com a única Esquilo presente, a Joana. Juntas, apresentámos uma peça chamada ‘La Musique’, que consistia em chamar algumas pessoas ao centro, onde as chamas tinham sido substituídas por algo mais apropriado para o local onde nos encontrávamos, e pedir à primeira que começasse a cantar uma música. Quando quiséssemos, uma de nós diria Stop e a próxima pessoa deveria começar a cantar outra música com a última palavra cantada pela pessoa anterior… como nós indicássemos (ao pé-coxinho, como na ópera, com a voz grave, etc.).
Com todas as peças concluídas e a noite a tornar-se mais escura, regressámos a casa após esta atividade de um só dia preparada pelo Clã para comemorar o Dia do Pensamento.
Foi mais um dia que pudemos passar juntos, apesar de poucos, e em que pudemos interagir entre as diferentes divisões.
Na minha experiência, posso classificar este dia passado com dois lobitos (e o Rodrigo), sem a mínima hesitação, como cansativo, apesar de muito enriquecedor. Depois de muitos «Estou à rasquinha para fazer xixi», «Já não quero andar mais» e «ESTOU MESMO QUASE A FAZER XIXI», aprecio muito mais a chefia da alcateia.
Foi, depois de tudo isto dito, uma excelente maneira de comemorar este dia.
Aí fomos agrupados em patrulhas mistas, com seniores, juniores e lobitos. Na minha patrulha (da qual eu fui guia), encontravam-se o Zé, o Rodrigo e o Escorpião, dos lobitos. Fomos, assim, até à praça Salgueiro Maia. Aí, deram-nos, finalmente, a dar a conhecer as atividades desse dia.
A cada patrulha foi dado um envelope, contendo os limites do jogo, as regras, um questionário sobre BP, a localização da nossa base e a nossa bandeira. Primeiramente, deveríamos seguir para a nossa base e lá esconder a bandeira, que devíamos decorar.
Sendo que a nossa base era a sede, retirámo-nos para a casa de banho onde decorámos a bandeira (‘Tentem deixAr este mundo um bocAdo melhor do que o encontrAram’) e completámos o questionário. Quando nos preparávamos para sair para o próximo ponto, a Chefe Catarina apresentou-nos um elemento extra para a patrulha A: a Caranguejo.
Foi assim que começou a nossa aventura pelo Entroncamento. Em cada ponto encontrávamos um envelope que nos informava das tarefas que nos eram propostas, tais como desenhar fontes, adivinhar os alimentos que nos eram dados a provar, escrever poemas sobre o Pingo Doce ou enviar mensagens com códigos aos chefes. De seguida, descodificávamos as pistas que nos levavam ao nosso próximo destino.
Passámos então a manhã a colecionar os envelopes pela cidade e, por fim, por volta das 13:30h, voltámos todos à praça Salgueiro Maia para almoçar. Distraímo-nos com alguns jogos e impedimos alguns lobitos de saltarem para a água até partirmos de novo, desta vez em busca das bandeiras das outras equipas, até nos enviarem uma mensagem com o próximo ponto.
A certa altura encontrávamo-nos todos (equipas A, B e C) no Quartel dos Bombeiros à procura da bandeira da equipa D (a única que não tinha sido encontrada para além da nossa). Rodeando o edifício separadamente, a nossa patrulha chegou à entrada do quartel, onde se encontravam alguns bombeiros. As equipas B e C tinham acabado de virar na esquina do quartel quando um dos bombeiros nos perguntou se tínhamos ido buscar o que os nossos colegas escoteiros lá tinham escondido. Levou-nos, então, ao interior dos limites do edifício e mostrou-nos onde estava a tão procurada bandeira. Assim, com ela bem escondida na mochila, deixámos as restantes equipas à procura dela e fomos para o nosso próximo ponto, não sem antes termos a certeza de que a nossa própria bandeira estava ainda bem escondida.
Chegámos até a passar pela esquadra da PSP, onde encontrámos um envelope para nós mas, visto que aquele seria o nosso último ponto, continuámos em frente. Entregámos o questionário à Sofia nos CTT, tentámos identificar alguns objetos dentro de caixas e até deixámos os mais novos da nossa patrulha rebolar um bocadinho na relva ao pé da Câmara Municipal. Claro que demorámos uma quantidade absurda de tempo a tirá-los de lá, mas serviu de entretenimento e um momento de descanso para os seus pezinhos cansados.
Quando concluímos o último ponto, regressámos à sede. Aí deram-nos alguns enigmas para resolvermos antes da chegada das outras equipas e, depois de todos os pontos contabilizados, foram anunciados os vencedores… bem, a equipa com mais pontos. A nossa, a equipa A, com todos os seus desafios completados com (relativo) sucesso, uma bandeira capturada e a sua própria bandeira por encontrar (no candeeiro por cima da casa de banho exterior da sede), foi reconhecida como aquela que atingiu mais pontos.
Então, depois do jantar onde falámos sobre as nossas aventuras desse dia, fizemos a nossa última viagem para a praça Salgueiro Maia para o Fogo de Conselho.
Eu, sendo a única Águia presente, fui emparelhada com a única Esquilo presente, a Joana. Juntas, apresentámos uma peça chamada ‘La Musique’, que consistia em chamar algumas pessoas ao centro, onde as chamas tinham sido substituídas por algo mais apropriado para o local onde nos encontrávamos, e pedir à primeira que começasse a cantar uma música. Quando quiséssemos, uma de nós diria Stop e a próxima pessoa deveria começar a cantar outra música com a última palavra cantada pela pessoa anterior… como nós indicássemos (ao pé-coxinho, como na ópera, com a voz grave, etc.).
Com todas as peças concluídas e a noite a tornar-se mais escura, regressámos a casa após esta atividade de um só dia preparada pelo Clã para comemorar o Dia do Pensamento.
Foi mais um dia que pudemos passar juntos, apesar de poucos, e em que pudemos interagir entre as diferentes divisões.
Na minha experiência, posso classificar este dia passado com dois lobitos (e o Rodrigo), sem a mínima hesitação, como cansativo, apesar de muito enriquecedor. Depois de muitos «Estou à rasquinha para fazer xixi», «Já não quero andar mais» e «ESTOU MESMO QUASE A FAZER XIXI», aprecio muito mais a chefia da alcateia.
Foi, depois de tudo isto dito, uma excelente maneira de comemorar este dia.
Boa Caça, Escoteiros!



